Postado por Alexandre Panosso e Tatiana Panosso
Você sabe o que é uma prova cega de vinhos? Trata-se de provar vinhos sem saber que vinho é. Ocorre assim:
1. Tapam-se as garrafas para que ninguém veja os rótulos ou;
2. Tapam-se os olhos de quem irá degustar os vinhos.
Cada produtor estava muito cuidadoso ao avaliar cada vinho que provava; pois nem todos conseguiram identificar o vinho que produziram e que trouxeram para o evento.
Após duas horas e meia de conversas, comida e degustações, algumas coisas ficaram claras para nós:
1. Os vinhos da Ribera del Duero são muito bons.
2. Provar um vinho à cegas e dizer suas características, e saber o que se está tomando, é muito difícil, mesmo para os mais experientes.
3. Esta ação é difícil, mas não impossível, pois alguns provadores acertaram muitas das características dos vinhos e até arriscaram dizer o nome do produtor.
4. Provar vinho às cegas também é muito divertido.
5. A Espanha, sua cultura, sua comida, seu idioma e seus vinhos, nos encantam.
Você sabe o que é uma prova cega de vinhos? Trata-se de provar vinhos sem saber que vinho é. Ocorre assim:
1. Tapam-se as garrafas para que ninguém veja os rótulos ou;
2. Tapam-se os olhos de quem irá degustar os vinhos.
3. Servem-se os vinhos.
4. Após a degustação individual, a pessoa tem que dizer (ou tentar adivinhar) o tipo da uva, se é envelhecido ou não, seu cheiro (frutas vermelhas, por exemplo), seu sabor mais destacado (notas minerais ou abacaxi, por exemplo) e outras características específicas dos vinhos.
| De olhos tapados para a prova. |
Isso ocorreu no dia 11-11-11, no restaurante Ramiros, em Valladolid.
| Ismael Pérez Blando, da ONCE e Jesús Ramiro, do Ramiros. |
Foi uma promoção de Jesús Ramiro, o chef; o delegado territorial da ONCE (http://www.once.es/new), Ismael Pérez Blanco; e de onze produtores de vinhos de Castilla y León: Bodegas Arzuaga, Pico Cuadro, San Román, Valderramiro, Ganuza, Pérez Pascuas, Pesquera, Libranza, Decima Tabla Vizar e, Matarromera.
| Expectativa... |
Tratou-se de uma promoção social e beneficente, para divulgar ainda mais o trabalho da ONCE. Nós, mais uma vez, fomos convidados por nossos amigos valisoletanos do restaurante Ramiros.
| Alguns dos produtores dos vinhos mais destacados da Ribera del Duero e outros participantes. |
Estavam presentes jornalistas, produtores de vinhos donos das vinícolas, enólogos, diretor de escola de cozinha... mais ou menos 30 pessoas.
| Aqui somente os produtores de vinhos com Jesús Ramiro (terceiro da esquerda para direita, de branco). |
A cada 3 taças servidas de vinhos diferentes, tínhamos que provar e fazer os comentários em público sobre o que percebíamos de cada vinho e também fazíamos comparações.
| "Quanto carinho em suas lágrimas; corre, corre como seiva que alimenta; corre como rio caudaloso; inunda-me de vermelho". |
Num certo momento, também tivemos os olhos tampados e nos foram servidos 3 vinhos diferentes, na mesma temperatura. Um deles era rosado, os outros tintos. Essa foi fácil de adivinhar qual era o "intruso".
| Tatiana esperando, sem saber o que ia provar. |
| Ao final, alegria! |
1. Os vinhos da Ribera del Duero são muito bons.
2. Provar um vinho à cegas e dizer suas características, e saber o que se está tomando, é muito difícil, mesmo para os mais experientes.
3. Esta ação é difícil, mas não impossível, pois alguns provadores acertaram muitas das características dos vinhos e até arriscaram dizer o nome do produtor.
4. Provar vinho às cegas também é muito divertido.
5. A Espanha, sua cultura, sua comida, seu idioma e seus vinhos, nos encantam.
Para encerrar o evento em grande estilo, Jesús Ramiro ofereceu o francês Château Haut-Brion 2002, um grande vinho. Surpreendente foi que de imediato um dos participantes apontou a origem do vinho. Era o décimo segundo vinho a ser provado.
| Alejandro Fernández, Tatiana e Alexandre. |
No evento conhecemos o senhor Alejandro Fernández, dono do lendário vinho Pesquera (http://www.grupopesquera.com/). Um dos maiores responsáveis pela criação do conselho denominador de origem Ribera del Duero. Ao saber que éramos de São Paulo, aonde esteve em julho promovendo seus vinhos, se aproximou e com grande simpatia e amistosamente nos convidou para conhecer suas vinícolas e almoçar em sua companhia no dia seguinte no Condado de Haza (http://www.condadodehaza.com/). Nós fomos. Quer saber como foi?
Veja a próxima postagem.
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